Nós ajudamos nossos clientes e parceiros em sua jornada digital, que envolve inovação, crescimento de negócios e transformação digital. Participamos, inclusive, de iniciativas e programas — públicos e privados — em escala global, estando presentes em implementações de pequeno, médio e grande porte em toda a cadeia de valor de organizações.


É por isso que perguntam, muitas vezes, “do que se trata uma cidade inteligente?” Entre outras questões relacionadas, como: “Queremos construir uma cidade inteligente? O que devemos fazer? ” ou “Qual é a cidade mais inteligente do mundo? ” e “Como implementar um projeto de estacionamento inteligente?”.

Temos, em nosso blog, uma série de posts que respondem a essas — e muitas outras — dúvidas. Afinal de contas, a Huawei está comprometida em ajudar os planejadores urbanos a determinarem com eficácia os próximos passos na jornada em busca de uma cidade inteligente.

Para começarmos essa proposta, então, vamos visualizar, mentalmente, a figura de um cubo.

  1. Por que um cubo?

Para falar a respeito de uma cidade inteligente, podemos usar como exemplo a criação do arquiteto e matemático húngaro Erno Rubik — o popular cubo de Rubik. 

Isso porque, no modelo proposto pelo europeu, a ideia era fazer uma estrutura a partir da qual suas peças pudessem se mover de forma independente sem que ela, como um todo, se despedaçasse. Não muito depois, seu Cubo de Rubik foi lançado. Só que não precisamos visualizar os cubos, necessariamente, para conceber a ideia de cidades conectadas. Mas, sim, a estrutura de arame que mantém as peças individuais interligadas.

Nós consideramos as cidades inteligentes uma plataforma que liga e integra todos os programas e iniciativas que ajudam a elevá-la a um nível superior na cadeia de valor. Essa plataforma é obviamente técnica, mas também podemos vê-la como um princípio ou estrutura.

Dessa maneira, cada peça em uma cidade conectada tem sua identidade e características únicas. Na analogia do cubo, essa plataforma contém peças que se movem de forma independente e sem modificar a estrutura geral.

  1. A visualização da hierarquia de necessidades

Assim como um cubo e seu wireframe podem ser bem visualizados para ajudar a entender como cada peça está posicionada, e pode se mover independentemente sem que se desfaça, também existe uma hierarquia de necessidades que pode ser aplicada e visualizada.

O formato de uma pirâmide é frequentemente usado para isso. E essa forma de pirâmide existe ao lado e dentro de cada cubo. Na verdade, cada lado de um cubo pode ser considerado a base dessa forma de pirâmide. Se desdobrarmos a forma geométrica, essas nuances se tornam visíveis. E, como tal, elas conceituam a hierarquia de necessidades conforme se aplicam em cada peça do cubo.

  1. A hierarquia de necessidades para cidades conectadas

A mais popular hierarquia de necessidades descreve uma gama delas, incluindo:

  • físicas;
  • segurança;
  • estima;
  • autorrealização.

As necessidades digitais de uma cidade são bastante semelhantes, embora dividimos as necessidades de cidades conectadas em quatro camadas básicas. Veja a seguir!

  1. Infraestrutura TIC

A primeira camada é a infraestrutura de TIC — a base de uma economia digital. Ela cria oportunidades e tem potencial de inovação e sustenta a transição para a economia digital. 

Como vemos hoje, também cria resiliência econômica. Por exemplo: banda larga de alta velocidade e soluções na nuvem permitem a transição para o trabalho remoto, educação a distância, saúde e comércio eletrônico. A TIC também permite a governança eletrônica, que por sua vez sustenta as cidades conectadas.

  1. Segurança

A segunda camada é a segurança. Cidades seguras são os pilares de uma fundação de cidade conectada.

A segurança cobre os mundos físico e digital. No sentido físico, a tecnologia de vídeo alimentada por nuvem e IA teve uma implantação mais ampla nos últimos anos, e está no centro da abordagem de cidade segura — uma pré-condição das cidades inteligentes. 

A privacidade de dados e a segurança digital são igualmente importantes para garantir que os cidadãos possam confiar na maneira como seus dados são usados e para minimizar os riscos de segurança cibernética.

  1. Digitalização industrial

A terceira camada envolve ajudar as indústrias a se tornarem digitais para obter uma vantagem competitiva.

De uma perspectiva de nível superior, muitos países estão lançando planos para ajudar seus setores a se tornarem digitais. A velocidade, a baixa latência, a alta largura de banda e os recursos de conexão massivos oferecidos pelo 5G apoiarão a digitalização do setor, especialmente quando combinados com IoT e IA. As empresas precisam se tornar digitais para aproveitar os dados e serem mais competitivas.

  1. Cérebro digital e sistema nervoso

Um cérebro digital é o objetivo final da transformação digital. Esse ambiente mesclará a “computação em toda a cidade” e agregará dados entre setores e domínios para criar um enorme valor comercial e social. Hangzhou é um bom exemplo de como isso está acontecendo na China.

  1. Amarrando tudo junto

Esta é uma postagem de uma série sobre os “blocos de construção” de cidades conectadas e a estrutura universal que mantém tudo junto, em um contexto que pode ajudar planejadores de cidades e governos a determinar melhor seus próximos passos rumo à jornada da cidade inteligente. Além de explorar como abordar a evolução do cérebro e do sistema nervoso das cidades inteligentes.


Enquanto novas postagens não chegam até você, sobre o assunto, inscreva-se no blog e não perca os próximos artigos do Trust in Tech da Huawei!

Este artigo foi útil?

Obrigado pela avaliação!

Sim Não

Escrito por:

Marketing Huawei

Deixe seu comentário

Nome * Campo Obrigatório
E-mail * Campo Obrigatório * E-mail Inválido